Em 2026, aumento de despesas deve pressionar orçamentos das famílias e exigir estratégias das áreas de crédito e cobrança

Aluguel e mensalidade

Para executivos envolvidos na gestão de crédito e cobrança, os sinais para 2026 já indicam um ano de maior tensão na capacidade de pagamento das famílias brasileiras. Os preços de dois componentes essenciais do orçamento doméstico, o aluguel e as mensalidades escolares, devem subir com força e criar um ambiente ainda mais desafiador para a manutenção da adimplência.

 

No setor educacional, os aumentos estão praticamente definidos. Uma pesquisa da Meira Fernandes Consultoria, citada pela IstoÉ Dinheiro, com 308 escolas particulares de várias regiões do país, mostra que as mensalidades devem sofrer reajustes médios de 9,8% no próximo ano. Mais da metade das instituições projeta aumentos entre 8% e 10%. No ensino superior, as recomendações do Semesp seguem a mesma direção, indicando reajustes de 8% a 12% para 2026, refletindo pressões de custos como salários, manutenção, investimentos e a própria inadimplência das instituições.

 

O mercado de locação residencial, embora apresente variação mais moderada, também aponta para custos maiores. O IVAR, índice da FGV, registrou alta acumulada de 4,04% nos últimos 12 meses até setembro de 2025. Apesar da desaceleração em relação ao mês anterior, o custo segue em rota ascendente. Somam-se a isso os efeitos esperados da Reforma Tributária, que deve modificar a tributação sobre a renda de aluguel: a partir de 2026, proprietários passarão a pagar não apenas o IRPF, mas também o IBS e a CBS, o que tende a ser repassado aos contratos.

 

Esse cenário não ocorre de forma isolada. Ele se acopla a um quadro já crítico para o crédito ao consumidor. Dados da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo mostram que o percentual de famílias com algum tipo de dívida a vencer atingiu 79,5% em outubro, o maior patamar da série histórica e o nono mês consecutivo de avanço.

 

Cenário desafiador exige inovação nas estratégias de crédito e cobrança

Com essa combinação de aumento de despesas essenciais, pressão tributária e aumento do endividamento, as instituições financeiras e empresas que concedem crédito precisarão revisar suas estratégias de recuperação e relacionamento. As famílias terão menos margem para honrar compromissos, o que deve aumentar a demanda por renegociação em massa e pressionar os indicadores de risco.

 

Por isso, soluções digitais que permitam interações rápidas, seguras e escaláveis, como plataformas de renegociação white label, ganham relevância estratégica. É o caso da plataforma Negocia Fácil, que permite a redução de churn negativo, aumento da taxa de recuperação de crédito, a otimização de custo por cobrança e clientes mais predispostos a negociar, aumentando as chances de sucesso mesmo em um ambiente desafiador.

 

Com 2026 se aproximando, antecipar esse movimento será crucial. A pressão sobre o orçamento familiar tende a se intensificar, e a capacidade das empresas de crédito e cobrança de responder com eficiência pode representar a diferença entre preservar receita ou enfrentar um crescimento indesejado da inadimplência.

 

Entre em contato e descubra como otimizar o sistema de cobrança da sua empresa, diminuindo a inadimplência e mantendo um bom relacionamento com clientes.

 

Converse com um de nossos especialistas por e-mail comercial@mfmtecnologia.com.br ou pelo telefone (11) 3198-5090.

Navegue por tópicos

Compartilhe via
LinkedIn
Facebook
Twitter
WhatsApp
Telegram
Populares

Receba nossas atualizações

Gostou dos nossos conteúdos e quer receber em primeira mão? Inscreva-se agora em nossa newsletter.