As mulheres têm conquistado cada vez mais protagonismo na gestão das finanças familiares e no campo dos investimentos. Enquanto mais de 90% participam ativamente da renda do lar, elas enfrentam desafios significativos. Um desses desafios é o acesso ao crédito, que muitas vezes se torna restrito devido ao endividamento, especialmente entre as mulheres de baixa renda.
Ao mesmo tempo em que o mercado de investimentos registra um crescimento na participação feminina – com o número de investidoras em renda variável aumentando 7% no último ano–, a dificuldade para conseguir crédito e investir de forma segura permanece.
Esse cenário revela a necessidade de estratégias que promovam a educação financeira e a renegociação de dívidas, para que as mulheres possam superar barreiras e alcançar maior estabilidade econômica.
Mais de 90% das mulheres participam financeiramente em suas famílias
De acordo com a pesquisa da Opinion Box, 93% das mulheres têm papel ativo na gestão financeira familiar. Dentre elas, 60% compartilham a responsabilidade, enquanto 33% são as únicas responsáveis pelas contas da casa– número que sobe para 43% entre as mulheres de baixa renda, em contraste com apenas 18% nas classes de alta renda.
O estudo também apontou que o principal objetivo financeiro das mulheres, junto com a compra do imóvel, é o pagamento das dívidas. Para 36% das entrevistadas, quitar os débitos é prioridade, seguida pela busca por segurança financeira, apontada por 35% das respondentes.
Endividamento é obstáculo
O endividamento e, consequentemente, a dificuldade em conseguir crédito são os principais problemas financeiros enfrentados pelas mulheres. Em 2024, 80% das mulheres buscaram crédito motivadas por despesas inesperadas (26%), dívidas de cartão de crédito (22%) e a necessidade de limpar o nome (21%).
A pesquisa Raio X da pessoa em situação de inadimplência no Brasil 2023, realizada pela MFM Tecnologia em conjunto com o Instituto Locomotiva, revelou que 70% das mulheres possuem alguma dívida, principalmente com cartão de crédito, sendo que 27% declararam estar com os pagamentos atrasados.
Ao analisar o perfil das mulheres com dívidas atrasadas, a maioria é da classe D ou E, possui entre 30 e 49 anos, não possuem ensino superior e moram nas regiões Norte ou Nordeste.
Como sair do endividamento
Para superar o ciclo do endividamento, é fundamental adotar práticas financeiras que auxiliem na organização e no planejamento do orçamento. Algumas dicas são:
- Organize seu orçamento: Levante todas as receitas e despesas para identificar oportunidades de corte e otimização dos gastos.
- Priorize o pagamento das dívidas: Concentre-se em quitar aquelas com juros mais elevados, como dívidas de cartão de crédito e cheque especial.
- Evite contrair novas dívidas desnecessárias: Avalie cuidadosamente a necessidade de novos créditos e a capacidade de pagamento.
- Busque a renegociação dos débitos: Procure por condições especiais e facilidades oferecidas pelos credores para regularizar a situação.
- Informe-se com educação financeira: Diversos canais nas redes sociais, como os perfis da MFM Tecnologia, oferecem dicas valiosas de educação financeira que podem ajudar a melhorar a gestão do orçamento e a renegociação de dívidas.
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